quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

FORMAÇÃO PARA OS MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS DA SAGRADA COMUNHÃO

Filed under: Eucaristia — Prof. Felipe Aquino at 1:47 pm on terça-feira, dezembro 2, 2008

Após o Concílio do Vaticano II (1962-65), o Papa Paulo VI autorizou a instituição dos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão (MESC), fiéis  leigos cuja missão é facilitar aos celebrantes a distribuição da S. Comunhão em igrejas, capelas, hospitais, aos doentes nas casas e outros lugares, desde que o sacerdote não possa fazer isso. A Santa Sé alerta, porém, que o exercício desse ministério deve conservar o seu caráter supletivo e extraordinário, não dispensando os Ministros Ordinários (Bispos, presbíteros, diáconos) de fazer a sua parte.
 Este ministério sagrado deve ser exercido por leigos que tenham uma vida cristã autêntica, sejam maduros na fé, e possam servir a Igreja. Além disso, o MESC deve ter uma boa formação doutrinária, pois pode também realizar a celebração da palavra, orientar as pessoas a quem leva a Eucaristia, etc. Ele deve ensinar e viver o que a Igreja ensina, especialmente em relação à Eucaristia e as condições para recebê-la dignamente. Isto exige do Ministro que ele conheça a doutrina da Igreja, especialmente a fundamentação dogmática, moral e sacramental.
Os MECE devem, na medida do possível, realizar estudos de doutrina: estudar os documentos da Igreja, as encíclicas e cartas dos papas, o Catecismo, o Código de Direito Canônico, etc.
É importante que o Ministro conheça os documentos  especialmente referentes à Eucaristia, afim de exercer retamente esse ministério. Os Papas sempre falam da Eucaristia, pois ela é “o centro da vida da Igreja” como disse João Paulo II na encíclica “Ecclesia de Eucharistia” (A Igreja vive da Eucaristia), de 2003. O mesmo Papa publicou a Carta Apostólica “Mane  Nobiscum Domine”, em 2004, no Ano da Eucaristia. Paulo VI publicou a “Misterium Fidei”, em 1965, sobre o culto da Eucaristia.
De especial importância é que os ministros estudem a Instrução  da “Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos”, “Redemptionis Sacramentum”, “sobre algumas coisas que se devem observar e evitar acerca da Santíssima Eucaristia”. Esta Instrução foi preparada por determinação do Papa João Paulo II em colaboração com a “Congregação para a Doutrina da Fé” e o mesmo Pontífice a aprovou no dia 19 do mês de março de 2004, para coibir os erros e abusos que ocorrem na celebração. Esta Instrução esclarece muitas dúvidas sobre a celebração da Eucaristia.
É também importante que o Ministro conheça a “Instrução Geral do Missal Romano”, que disciplina a celebração da Santa Missa. Muitos procedimentos são feitos de maneira errada porque não se conhece ou não se observa essa Instrução. Por exemplo, não é lícito deixar que cada fiel se sirva da Eucaristia sem que haja um Ministro a distribuí-la. A Eucaristia deve ser entregue a cada comungante  e não apenas deixada sobre o altar à disposição.
Outras orientações são dadas pela Igreja em outros aspectos como a distribuição da Eucaristia na mão dos fiéis; o comungar de joelhos, o ajoelhar no momento da Consagração. Esses documentos podem ser encontrados em nosso site (http://www.cleofas.com.br/) e/ou no site do Vaticano (http://www.vatican.va/).
         Por outro lado, o MESC, como um agente da Igreja, precisa conhecer a doutrina católica de maneira ampla. O nosso povo católico é carente do conhecimento dessa doutrina, e por isso é levado para outras comunidades eclesiais e seitas que não se coadunam com a fé católica. O MESC que vai às casas, precisa dessa formação para levar a verdade da Igreja ao povo. Para isso é fundamental que ele estude o Catecismo da Igreja, que é um manual completo da doutrina católica; como disse João Paulo II é “o texto de referência, seguro e autêntico para o ensino da doutrina católica” (Fidei depositum).
O MECE não é um mero “despachante rápido e prático”. O amor às coisas sagradas deve tornar espontânea a observância de tais instruções.
Prof. Felipe Aquino – http://www.cleofas.com.br/

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

DINÂMICAS

Dinâmica do Barco

(oficina de dinâmicas da Expo-Rio Catequese)
Entregar uma folha em branco para cada participante.

- Somos chamados por Deus à vida, e esta nossa vida nós podemos representar como um barco que navega em alto mar.

(fazer o barco de papel)

[Imagem+058.jpg]
Há momentos da nossa vida que este mar se mostra calmo, mas em muitos momentos nós navegamos por entre tempestades que quase nos levam a naufragar.

Para não corrermos o risco de naufragar, precisamos equilibrar bem o peso de nosso barco, e para isso temos que ver o que pode estar pesando dentro desse barco.

O barco pesa do lado direito. São influências do mundo.
Exemplos:
- ambição
- drogas
- televisão
- inveja, etc

Vamos tirar de dentro do nosso barco tudo isso para que ele se equilibre novamente.
(cortar a ponta do lado direito do barco)
[Imagem+060.jpg]Navegamos mais um pouco e de repente percebemos que o outro agora é que está pesado, precisamos tirar mais alguma coisa deste barco.

Deste lado do barco está pesando:
- egoísmo
- infidelidade
- impaciência
- desamor
- falta de oração, etc

(cortar a ponta do lado esquerdo do barco)
[Imagem+061.jpg]
Percebemos agora que existe uma parte do barco que aponta para cima, é a nossa fé em Jesus que nós queremos ter sempre dentro do nosso barco, esta nossa fé nós vamos guardar e cuidar com carinho para nos sustentar na nossa jornada.

(cortar a ponta de cima do barco em forma meio arredondada e colocar em algum lugar visível)

[Imagem+062.jpg]
Vamos abrir este nosso barco e ver como ficou?

(abrindo uma vez, parece uma camisa)
[Imagem+063.jpg]Esta é a camisa do cristão, somos atletas de Cristo, e como bons atletas que somos temos que usar muito essa camisa para que nosso time sempre vença. (comentar alguma coisa sobre nosso dever de ser cristão)

Depois de suarmos esta camisa, nós podemos ter certeza disto:

(abrir a camisa e mostrar a cruz, sinal da certeza da nossa salvação)
[Imagem+064.jpg]Só conseguiremos esta salvação se assumirmos a proposta de Cristo. (olhando através da cruz podemos ver nosso próximo e entender suas necessidades)

Como vamos nos manter firmes nesta caminhada de cristão não deixando que nosso barco afunde?

Temos que nos alimentar, e aqui está o único e verdadeiro alimento para nossa alma, que nos faz fortes e perseverantes:

Esta pontinha do barco que guardamos (mostrar e perguntar o que é)

Resposta: Eucaristia
[Imagem+065.jpg]
(esta é a certeza que Jesus estará sempre dentro do nosso barco para enfrentar conosco qualquer tempestade)
[Imagem+066.jpg]
E essas partes que sobraram? são os remos que vão sustentar nosso barco caso venham outras tempestades em nossa vida:
[Imagem+067.jpg]
(dois para nós e dois para Jesus)


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

ORAÇÃO PELOS CATEQUISTAS

           Ó Jesus, Mestre e Modelo de todo catequista, vós que pregastes por toda parte o Evangelho de Deus, abençoai nossos catequistas: homens e mulheres que se dispõem a ensinar vossa mensagem de salvação. Sejam eles mansos e humildes de coração, capazes de acolher, sem excluir ninguém, cada pessoa que vem à vossa procura. Sejam abertos ao Espírito Santo a fim de comunicar a vossa verdade, superar as dificuldades da missão recebida e dar testemunho da alegria e gratuidade na vossa Igreja. Aumentai, Senhor, em nossas comunidades, o número de pessoas dispostas a aplicar os próprios dons a serviço da catequese. Que estes vossos servidores, Senhor, cultivem profundo amor à vossa Palavra e busquem, mediante a instrução e oração, novas energias para educar na fé uma multidão de seguidores do vosso Reino.
AMÉM!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

MENSAGENS

ARREPENDA DE SEUS
 PECADOS E SINTA A
  DOÇURA  DO AMOR
 DE DEUS POR VOCÊ.
JESUS NOS SALVOU!!!!


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A fábula das Três Árvores
 


Havia, no alto da montanha, três pequenas árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes.

A primeira, olhando as estrelas, disse: "Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros. Para tal, até me disponho a ser cortada."

A segunda olhou para o riacho e suspirou: " Eu quero ser um grande navio para transportar reis e rainhas."

A terceira árvore olhou o vale e disse: " quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto que as pessoas, ao olharem para mim, levantem seus olhos e pensem em Deus."

Muitos anos se passaram e certo dia vieram três lenhadores pouco ecológicos e cortaram as três árvores, todas ansiosas em serem transformadas naquilo com que sonhavam.

Mas, lenhadores não costumam ouvir e nem entender sonhos!... Que pena!

A Primeira árvore acabou sendo transformada num cocho de animais, coberto de feno.

A segunda virou um simples e pequeno barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias.

E a terceira, mesmo sonhado em ficar no alto da montanha, acabou cortada em altas vigas e colocada de lado em um depósito.

E todas as três se perguntavam desiludidas e tristes: "Para que isso?"

Mas, numa certa noite, cheia de luz e de estrelas, onde havia mil melodias no ar, uma jovem mulher colocou seu neném recém-nascido naquele cocho de animais.

E de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo...

A segunda árvore, anos mais tarde, acabou transportando um homem que acabou dormindo no barco, mas quando a tempestade quase afundou o pequeno barco, o homem se levantou e disse: "Paz"! E num relance, a segunda árvore entendeu que estava carregando o Rei dos Céus e da Terra.

Tempos mais tarde, numa Sexta-Feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de Cruz e um homem foi pregado nela. Logo sentiu-se horrível e cruel.
Mas, logo no Domingo, o mundo vibrou de alegria e a terceira árvore entendeu que nela havia sido pregado um homem para salvação da humanidade, e que as pessoas sempre se lembrariam de Deus e de seu Filho Jesus Cristo ao olharem para ela.
MORAL DA HISTÓRIA:

As árvores haviam tido sonhos... mas as suas realizações foram mil vezes melhores e mais sábias do que haviam imaginado.

Temos os nossos sonhos e nossos planos que, por vezes, não coincidem com os planos que Deus tem para nós; e, quase sempre, somos surpreendidos com a sua generosidade e misericórdia.

É importante compreendermos que tudo vem de Deus e crermos que podemos esperar Nele, pois Ele sabe muito bem o que é melhor para cada um.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

MÊS VOCACIONAL




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ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
Senhor, Pai Santo, que amais o mundo que criastes e não vos cansais de o contemplar e concluir que tudo é bom!

Ao ser humano, criado à vossa imagem e semelhança, confiastes a missão de guardar a vossa obra e quisestes chamar homens e mulheres para, convosco, conduzir à realização plena.
  
A fim de consumar este projeto, enviastes ao mundo o vosso Filho Jesus Cristo que, nos mostrou o Caminho para a felicidade a que aspiramos.
Chamando alguns de entre os seus discípulos, partilhou com eles a sua Missão e enviou-os a levar o Evangelho a toda a parte.

Este chamamento foi confirmado pelo Espírito Santo e, ao longo destes últimos vinte séculos,
continuamente repetido e acolhido por tantos e tantas que têm entregado a sua vida por esta preciosa causa.
  
Também agora, Pai Santo, Vos pedimos que continueis a chamar, de entre nós, aqueles que escolheis para partilhar a Missão de vosso Filho:
no ministério ordenado;
na vida consagrada ativa;
na vida monástica e contemplativa;
na vida laical e matrimonial…

Pedimo-vos a graça da abertura do coração para correspondermos sempre com generosidade e prontidão.

 Confirmai com o vosso Santo Espírito a ação e missão daqueles a quem chamastes e enviastes; confortai-os nas dificuldades e desânimos.
Confiamos, também, esta causa à proteção de Maria, a serva atenta e fiel à vossa vontade e a S. Paulo, Apóstolo firme e zeloso do Evangelho.
 A Vós, Pai Santo, pelo vosso Filho Jesus Cristo, no Espírito Santo, sejam dadas honra e glória pelos séculos dos séculos.
Amém.
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AGOSTO MÊS DAS VOCAÇÕES
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Somos chamados à Santidade, eis a nossa primeira vocação.

 “Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo: Ele nos abençoou com toda a bênção espiritual nos céus, em Cristo. Nos escolheu em Cristo antes de criar o mundo para que sejamos santos e sem defeito diante dele, no amor. Ele nos predestinou a sermos seus filhos  adotivos por meio de Jesus Cristo conforme a benevolência da Sua vontade para o louvor da sua glória, e da graça com que derramou abundantemente sobre nós por meio do Seu Filho querido" (Ef 1,3-6).

“Em Cristo recebemos nossa parte da herança, conforme o projeto daquele que tudo conduz segundo a Sua vontade. Em Cristo ouvimos a Palavra da verdade, o evangelho que nos salva. Em Cristo, pela fé, fomos marcados com o selo do Espírito Santo, garantia da nossa herança”.
Sejamos pela graça de Deus, santos e irrepreensíveis

O mês de agosto é dedicado em especial às vocações.
Neste mês a Igreja celebra as vocações: sacerdotal, diaconal, religiosa, familiar e leiga. É um mês voltado para a reflexão e a oração pelas vocações e os ministérios, de forma a pedir a Deus sacerdotes que sejam verdadeiros pastores e sinais de comunhão e unidade no seio da Igreja.
"Não fostes vós que me escolhestes; fui eu que vos escolhi ..."
                                             (Jo 15,16)


Instituído na 19ª Assembléia Geral da CNBB em 1981, o Mês Vocacional tem como objetivos conscientizar as comunidades da responsabilidade que elas compartilham no processo vocacional. Presente na maioria das paróquias, a Pastoral Vocacional tem buscado celebrar este mês com animação e criatividade tendo sempre por fim suscitar novas vocações.

Durante o mês cada domingo é reservado para a reflexão e celebração de uma determinada vocação:

   
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Primeiro Domingo – Vocações Sacerdotais – Dia do Padre

No primeiro domingo do mês vocacional celebramos o Dia do Padre inspirado pela festa de S. João Maria Vianney, patrono do clero. O ministério sacerdotal está a serviço de todos os demais serviços na vida Igreja. A pessoa do padre tem um valor muito grande para a comunidade uma vez que a ele foi confiada a missão de evangelizar. O sacerdote age em nome de Cristo e é seu representante dentro daquela comunidade. Ao padre compete ser pastor e pai espiritual para todos sob sua responsabilidade. Pela caridade pastoral, ele deve buscar ser sinal de unidade e contribuir para a edificação e crescimento da comunidade de forma que ela torne-se cada vez mais atuante e verdadeira na vivência do Evangelho.
   
Os diáconos são celebrados no dia 10 de agosto, na festa de S. Lourenço. Tendo recebido o sacramento da Ordem, os diáconos estão a serviço dos padres e bispos, no exercício da caridade e do anúncio do Evangelho. A presença do diácono é uma grande benção para todas as comunidades.
   
  *  Segundo Domingo – Vocação Familiar – Dia dos Pais

Neste  domingo  celebramos a  vocação  da família na pessoa do pai.   Em  tempos de violência e perda de valores, a valorização da família é essencial para a sociedade  como  um  todo. A família  é chamada por  Deus a ser  testemunha  do amor e da fraternidade, colaboradora da obra da Criação.
   
O Pai na família é fundamental. Seu papel de educador, em colaboração com a mãe, é um dos pilares da unidade e bem estar familiar cujos frutos são filhos bem formados e conscientes do que significa ser cristão e cidadão. O pai é representante legítimo de Deus perante os filhos e é sua missão conduzi-los nos caminhos de Cristo, da verdade, da justiça e da paz. Cabe aos pais que o amor, compaixão e harmonia reinem no lar. Ser pai é buscar um mundo melhor para os filhos e demonstrar que a família deve sempre ser a base da nossa sociedade.
   
*  
Terceiro Domingo – Vocações Religiosas – Dia da Vida Religiosa

 No terceiro domingo do mês vocacional, a Igreja lembra dos religiosos. Homens e mulheres que consagraram suas vidas a Deus e ao próximo. Desta vocação brotam carismas e atuações que enriquecem nossas comunidades com pessoas que buscam viver verdadeiramente seus votos de castidade, obediência e pobreza. São testemunhos
vivos do Evangelho.
Perseverantes, os religiosos estão a serviço do Povo de Deus por meio da oração, das missões, da educação e das obras de caridade. Com sua vida consagrada, eles demonstram que a vida evangélica é plenamente possível de ser vivida, mesmo em mundo excessivamente material e consumista. São sinais do amor de Deus e da entrega que o homem é capaz de fazer ao Senhor.
   
 *  
Quarto Domingo – Vocações Leigas - Dia dos Ministérios Leigos

Neste dia celebramos todos os leigos que, entre família e afazeres, dedicam-se aos trabalhos pastorais e também missionários. Os leigos atuam como colaboradores dos padres na catequese, na liturgia, nos ministérios de música, nas obras de caridade e nas diversas pastorais existentes.

Ser leigo atuante é ter  consciência do chamado de Deus a participar ativamente da Igreja e do Reino contribuindo para a  caminha  e  o  crescimento  das comunidades rumo a Pátria Celeste. Todo leigo tem  um carisma  e recebe dons de Deus que são colocados a serviço do próximo pelo bem de todos. Assumir  esta vocação  é doar-se  pelo Evangelho  e  estar junto a Cristo em sua missão de salvação e redenção.
   
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Dia do Catequista
Nos anos em que o mês de agosto possui cinco domingos, a Igreja celebra neste dia o ministério do Catequista. Os catequistas são, por vocação e missão, os grandes promovedores da fé na comunidade cristã preparando crianças, jovens e adultos não só para os sacramentos, mas também para darem testemunho de Cristo e do Evangelho no mundo.
 Por Anderson Mendanha
Fonte: Catedral Metropolitana Nossa Senhora de Aparecida
Equipe Virgem Peregrina da Família
               http://www.virgemperegrina.com.br/

Agosto, mês das vocações

 
Agosto no Brasil, tradicionalmente é o mês em que se intensifica as orações de nossa Igreja pelas vocações. A vocação para os ministérios ordenados devem ocupar a atenção dos fiéis durante todo o mês, por serem indispensáveis para a vida da Igreja. Mas para uma reflexão de todas as vocações divide-se o mês em temas.

Na primeira semana se enfoca de maneira especial as vocações presbiterais e diaconais, por causa das festas de São João Maria Vianney, presbítero, a 4 de agosto, e a de São Lourenço, diácono, no dia 10.

A segunda semana é dedicada à vocação ao matrimônio com a Semana Nacional da Família.

Na terceira semana se reflete sobre as vocações religiosas e missionárias, recordando os vários chamados de Deus neste sentido, sejam para a vida contemplativa nos mosteiros, seja para vida ativa nas várias frentes pastorais e evangelizadoras.

Por fim, na última semana se dedica atenção especial à vocação laical, recordando de forma especial os catequistas, os pedagogos da fé, mas também os vários outros ministérios eclesiais e o papel do leigo no mundo.

Rezemos pelas vocações sacerdotais no mundo inteiro.
Pois a Messe é grande e os operários são poucos!
Nossa Senhora, mãe das vocações: Rogai por nós!

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AGOSTO MÊS VOCACIONAL.

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NESTE MÊS, CELEBRAMOS VÁRIOS SANTOS DA IGREJA ENTRE ELES, SANTO AFONSO MARIA DE LIGÓRIO, DOUTOR DA IGREJA E FUNDADOR DA CONGREGAÇÃO DOS REDENTORISTAS. TAMBÉM NESTE MÊS REFLETIMOS SOBRES AS VOCAÇÕES EM TODOS OS NÍVEIS; LAICAIS E SACERDOTAIS/RELIGIOCSAS.

O que é vocação?
- Vocação é o chamado de Deus que tem como finalidade a realização plena da pessoa humana.
- É um gesto gracioso de Deus que visa a plena humanização do Homem.
- É dom, é graça, é eleição cuidadosa, visando a construção do Reino de Deus.
- É um chamado para fazer algo, para cumprir uma missão.
- Toda pessoa é vocacionada, é eleita por Deus.
- Deus elege por causa de alguns (comunidade) e esta eleição se manifesta no nosso dia a dia.

A mensagem do Evangelho à um convite contínuo a seguir Jesus Cristo. Vem e segue-me. (Mt 9,9 ; Mc 8,34; Le 18,22; Jo 8,12).

VEM-CHAMADO: é um convite pessoal dirigido por Deus a uma pessoa.

SEGUE-ME - MISSÃO: é o seguimento da prática de Jesus.
É uma iniciativa gratuita, proposta que parte de Deus (dimensão teológica). Impulso interior de cada pessoa onde conscientemente responde ao plano de amor de Deus (dimensão antropológica).

Distinção

Para compreendermos em profundidade o significado da vocação, precisamos fazer a distinção entre: VOCAÇÃO FUNDAMENTAL e VOCAÇÃO ESPECÍFICA

A) VOCAÇÃO FUNDAMENTAL:
Entendemos por vocação fundamental o chamado de cada pessoa: à vida, a ser Filho de Deus, a ser Cristão, a ser Igreja. A tomar consciência de que todos somos irmãos e fazemos par te do Reino de Deus.
Pela revelação sabemos que todos os homens foram chamados por Deus a santidade (Gn 1,26; 2,7; lPe 1,15-16). É um chamado a desenvolvermos plenamente todas as nossas potencialidades. Todas as vocações específicas derivam desta vocação fundamental.
Pelo Batismo todos fomos chamados a viver a Santidade. A P.V. deveria ser a Pastoral daVocação Fundamental, sob a qual é possível descobrir a Vocação Específica.

B) VOCAÇÃO ESPECÍFICA: Entendemos por vocação específica a maneira própria de como cada pessoa realiza a sua vocação fundamental, como leigo, sacerdote ou religioso.
As vocações específicas são três: LAICAL - RELIGIOSA E SACERDOTAL

COMO DEUS CHAMA ?

- PESSOALMENTE E PELO NOME
- PELOS VALORES QUE NOS ATRAEM
- PELA COMUNIDADE
- PELAS NECESSIDADES DO MUNDO E DA IGREJA
- ATRAVÉS DE MEDIADORES DIRETOS
Que Maria, a vocacionada do amor, interceda por nós no nosso discernimento vocacional.


Pe. José Bento CSsR

O que é vocação?

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Antes de qualquer reflexão, é necessário que saibamos o que significa a palavra vocação. A palavra vocação vem do latim vocare que significa chamado. Todos nós somos chamados, de uma forma ou de outra à fazer algo, à alguma coisa. Antigamente este termo significava qualquer espécie de aptidão. Por exemplo: aptidão para medicina, música, artes, etc.. Depois ele foi adquirindo um significado religioso passando a designar o chamado de Deus.
Vocação sempre indica um chamado. E quem chama sempre deseja alguma resposta da pessoa a quem chama.
Deus não age de forma diferente. Só que, ao chamar, Deus, antes de pedir Ele dá. Deus chamando o homem lhe dá a vida, a existência, e com a vida, dá-lhe também a liberdade.
Depois de ter chamado o homem para a vida, Deus torna a chamá-lo, porque há muitas coisas que Deus deseja fazer no mundo através do homem. Deus não quer mais agir sozinho. Por isso, quando Deus chama, Ele chama para pedir alguma coisa, confiar alguma missão. O chamado de Deus é sempre um desafio:
1. Ao sermos chamados à vida, nos comprometemos a cumprir uma determinada missão que todos os outros possam viver bem.
2. Ao sermos chamados à fé, pelo batismo, nos comprometemos a seguir os ensinamentos de Jesus Cristo e a colaborar com os homens na busca da verdade e do bem vivendo como irmãos.
3. Ao sermos chamados a qualquer estado de vida (sacerdotal, religiosa, matrimonial) assumimos um compromisso específico com a comunidade humana, de ajudá-la a encontrar a felicidade.
Para que isso aconteça é indispensável que cada um faça desabrochar e fortificar a vocação que está em seu interior (Mt 25,14-30).
As capacidades e dons que temos devem estar voltados para as necessidades dos outros. Quanto mais o homem está voltado para o outro, mais realizado e feliz será. O verdadeiro amor é o que busca a felicidade do outro e não a própria.
Podemos dizer que, vocação é a oferta divina que exige uma resposta e um compromisso com Deus. Nesta definição percebemos três aspectos:
1. oferta (chamado) de Deus;
2. resposta do homem;
3. compromisso com Deus e com o irmão
A resposta do homem deve ser constantemente reassumida. É no dia-a-dia que se deve ir fazendo caminho e assumindo os riscos do nosso SIM.
Vocação é descoberta do próprio ser pessoal. Todo homem é chamado a aperfeiçoar a bondade que existe, em germe, em seu interior, a descobrir a sua vocação, a construir um mundo fraterno onde haja sol para todos, vida para todos.
A vida não é feita só de momentos claros, nos quais se percebe perfeitamente a vontade de Deus. Muitas vezes é necessário seguir por caminhos escuros e até incomuns. Muitos devem lutar duramente para seguir sua vocação. "A Palavra de Deus não dispensa ninguém de pensar, de tatear, de buscar, de tomar decisões".
Vocação é convite pessoal que Deus dirige a cada um. Cada ser humano tem algo de pessoal, e uma maneira pessoal de realizá-lo. Ao descobrir sua vocação, o homem está se descobrindo a si mesmo. Daí a necessidade de permanecer atento a tudo, para perceber sua própria vocação.
Seguir uma vocação é buscar incansavelmente uma resposta aos próprios anseios.
Todo homem é chamado a decidir-se, a assumir os valores descobertos em si e não poupar esforços para alcançar os objetivos propostos.
Equipe TendaFranciscana

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Mês Vocacional - 2011

O presente roteiro vocacional é uma pequena contribuição para as Paróquias, pastorais, grupos e movimentos que desejam celebrar o mês vocacional de 2011, dando mais ênfase em suas celebrações à questão vocacional.
Não criamos nada novo. Seguimos as leituras dos próprios domingos. Apenas disponibilizamos intuições a partir da Palavra de Deus e da temática vocacional e sugerimos símbolos e dinâmicas para as Missas ou Celebrações de Culto.
Como todos poderão ver, não é possível fazer, numa mesma celebração, todas as sugestões apresentadas. Deixamos muitas dicas para que cada equipe litúrgica possa preparar da melhor forma sua celebração. Estas dicas são sobre organização do ambiente litúrgico, procissões, símbolos, conteúdo da meditação, etc.
Esperamos que este roteiro favoreça as celebrações vocacionais de agosto e possa colaborar para que mais e mais pessoas aceitem a provocação do Espírito de Deus, deixando-se ser despertadas para o serviço alegre e generoso ao Reino de Deus.




PRIMEIRO DOMINGO – VOCAÇÃO PRESBITERAL

07 de Agosto – XIX Domingo Comum

INTENÇÃO ESPECIAL
Pelas vocações presbiterais.
LEITURAS DA MISSA
1Rs 19, 9a.11-13a / Sl 84(85) / Rm 9,1-5 / Mt 14,22-33

SITUANDO A LITURGIA
A primeira leitura deste domingo fala da manifestação silenciosa de Deus a Elias, no monte Horeb, longe dos tumultos e do barulho do mundo. A segunda leitura traz Paulo dizendo que preferia ficar segregado do Reino a fim de ver seus irmãos no caminho da salvação. É a expressão mais viva do coração missionário do Apóstolo, que, por causa do encontro fecundo com Deus, não se cansa de dedicar toda sua vida à missão. No Evangelho, encontramos Jesus orando no monte, encontrando-se com o Pai, e depois acalmando a tempestade que, em sua fúria, amedrontava Pedro e os demais discípulos, deixando ainda mais frágil sua pequena embarcação.
A riqueza destes textos, olhados pela ótica vocacional, no aponta o ministério presbiteral (intenção especial do primeiro domingo de agosto) como resultado de um encontro fecundo com Deus, independente da fraqueza e da tibieza humana (Pedro). A graça de Deus, superior a toda fragilidade, que chama e convoca para o ministério, supera a fraqueza dos ministros, acalma suas tempestades interiores e faz deles portadores da paz, especialmente na dedicação exclusiva ao povo de Deus (como Paulo).
Este encontro fecundo com Deus, celebrado pelo presbítero, transforma-o em portador da boa nova, em dispensador das graças de Deus e em vigoroso missionário, a ponto de fazer de toda sua vida, sem reservas, doação à Igreja e a cada uma das pessoas que integram o Povo de Deus.

SÍMBOLOS E DINÂMICA
Como aparece no Evangelho, o mar e a pescaria são sempre símbolos muito usados para falar de vocação. Pode-se usar uma rede de pesca durante todo o mês de agosto, na qual se poderá colocar frases, cartazes e símbolos ao longo de todo o mês. Especificamente para este domingo, os símbolos podem ser: rede, pesca, peixes, barco, sandálias, vestes e utensílios próprios do padre, fotos de padres, bispos e papa...
Valeria a pena entrar com um barco, simbolizando toda Igreja. Durante a oração da comunidade, este barco poderia ficar em destaque, para que as preces fossem pela “Barca de Pedro”, a Igreja, especialmente por seus ministros ordenados.
Um mapa da diocese e da paróquia ficam muito bem para este domingo. Poderiam entrar na procissão de entrada ou na apresentação das ofertas.
No ato penitencial, um pedido de perdão especial poderia ser feito lembrando os crimes cometidos pelos padres e bispos, que vieram à tona nos últimos tempos. Ótima oportunidade para pedir perdão a Deus e ao povo, em nome de todos os padres.
No canto do Glória, poderiam ser lembrados nomes de padres e bispos que marcaram a vida da Comunidade. Poderia haver cartazes com seus nomes e fotos.
SEGUNDO DOMINGO – VOCAÇÃO FAMILIAR

14 de Agosto – XX Domingo Comum

INTENÇÃO ESPECIAL
Pelas famílias.
LEITURAS DA MISSA
Is 56,1.6-7 / Sl 66(67) / Rm 11,13-15.29-32 / Mt 15,21-28

SITUANDO A LITURGIA
A liturgia deste domingo nos coloca diante da universalidade da salvação. Desde a primeira leitura, passando pelo salmo, até o Evangelho, todos os textos nos falam que Deus oferece a toda a humanidade a salvação. O Evangelho é o paradigmático episódio do encontro de Jesus com a Mulher Cananeia. Nas intenções do mês vocacional, rezamos neste domingo pela vocação familiar, pois a celebração coincide com o dia dos pais. Assim, pode-se aproveitar algumas expressões da liturgia deste domingo e dar o toque vocacional do dia.
Na primeira leitura, aparece a expressão “casa de oração para todos os povos”. Na carta de Paulo, o Apóstolo continua se oferecendo pela salvação de sua gente. E, no Evangelho, a Cananeia está procurando a salvação de sua filha, atormentada por um demônio. Temos aqui elementos suficientes para uma reflexão sobre a família, apropriando-nos dos textos bíblicos a partir da temática da família. Por causa do mês vocacional, e sem perigo de incorrer numa “infração bíblico-litúrgica”, pode-se usar os textos por esta ótica, deixando entre parênteses sua intenção primeira, que é falar sobre a universalidade da salvação.
A salvação da família (Evangelho) é o grande clamor do domingo, no contexto vocacional. É bom chamar a atenção para os demônios que atordoam e destroem as famílias hoje. Duas são as atitudes que os pais e filhos, irmãos e irmãs, enfim, cada membro da família deverá assumir: 1. Fazer de sua família uma Igreja doméstica, habitada por Deus e baseada no Evangelho (primeira leitura); 2. Doar-se por inteiro em vista do bem e da felicidade de todos os membros da família (segunda leitura).

SÍMBOLOS E DINÂMICA
O Evangelho de hoje poder ser facilmente dramatizado, já que é um episódio, com poucas falas. Seria interessante, para dar evidência à mulher e à sua filhinha. Nada impede que apareça no teatro o pai também. Apesar de o texto não dizer que o pai estava na cena, também não diz nada contra sua presença. Poderia ser colocado, em silêncio, acompanhando a mulher no encontro com Jesus.
No ato penitencial, que pode ser feito depois da homilia, seria interessante entrar cartazes com os demônios que hoje destroem a família: infidelidade, desrespeito, violência, vícios, rebeldia, autoritarismo, falta de diálogo, etc...
Poderia sugerir à Comunidade, no domingo anterior, que levasse para esta celebração fotos de sua família. No canto do Glória ou na apresentação das ofertas, se poderia fazer uma procissão com as fotos depositando-as no altar ou na rede, símbolo geral de todo o mês.
Como aparece o pão no Evangelho, poderia haver uma confraternização familiar após a celebração, pedindo a todas as pessoas que tragam alguma coisa para celebrarem a bênção da família e, particularmente, o dia dos pais.

TERCEIRO DOMINGO – VOCAÇÃO CONSAGRADA
21 de Agosto – Assunção de Nossa Senhora

INTENÇÃO ESPECIAL
Pelas vocações consagradas.
LEITURAS DA MISSA
Ap 11,19; 12,1.3-6.10 / Sl 44(45) / 1Cor 15,20-27 / Lc 1,39-56

SITUANDO A LITURGIA
A liturgia de hoje, dedicada à Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, traz no Evangelho o texto da visita de Maria a Isabel, modelo de serviço e de evangelização. Pela sua vida e por sua disposição como peregrina, Maria, imbuída da Sagrada Escritura, apresenta-se como sinal de salvação para Isabel e para o povo judeu. Maria não é a salvação, mas traz consigo o Salvador. É ele o motivo verdadeiro da exultação de João Batista e da alegria das duas mulheres, que representam, em seu abraço, o encontro da tradição veterotestamentária do povo judeu com a nova história que começa a ser escrita pelos cristãos.
Na primeira leitura, aparece o ícone da Mulher do Apocalipse, símbolo da Igreja, comunidade dos remidos. Na segunda leitura, o Apóstolo proclama a ressurreição de todos os discípulos de Jesus, por causa dele e pela força de sua própria ressurreição.
No mês vocacional, este domingo é dedicado à oração pelas vocações consagradas: freiras, monjas, missionárias, irmãs, padres de Congregação, missionários e monges. Celebramos, assim, a vocação consagrada tendo como modelo a Virgem Maria assunta ao céu: Maria que sempre seguiu Jesus em sua vida, não podia dele ficar longe em sua morte. Sua assunção é o coroamento de toda sua vida como discípula atenta à Palavra de seu Senhor e aos clamores do mundo. Assim como a Virgem Maria, todos também ressuscitaremos, se também nós formos corajosos o suficiente para acolhermos em nossa vida o Evangelho de Jesus, que é força e causa de salvação para todo o mundo.
Celebramos a vocação consagrada como manifestação do amor de Deus pelo mundo e como sinal da resposta do mundo ao amor de Deus. Nos consagrados, já vivenciamos a experiência de um SIM definitivo a Deus, dado livremente e na totalidade de nossas vidas. Ademais, celebramos a doação que os consagrados fazem de todo seu ser a Deus no serviço aos irmãos e irmãs, doando-se inteiramente à causa do próximo.

SÍMBOLOS E DINÂMICA
Pode-se fazer uma entrada solene da imagem de Nossa Senhora, a ser colocada num altar próprio ou na rede que enfeita o ambiente. Se há comunidades religiosas na paróquia, seus membros poderiam entrar com a imagem. No caso de não haver religiosos, seria interessante vestir algumas pessoas de freiras e de padres para que entrassem com a imagem, em nome de todos os consagrados.
Fotos de trabalhos missionários e de serviço aos irmãos poderiam ser colocados num grande painel, mostrando a multiplicidade do dom do Espírito fecundando a Igreja e o mundo pela Vida Consagrada. Uma pomba, representando o Espírito Santo, no alto do painel, inspiraria bastante também. Dela, podem sair raios em direção às fotos ou cartazes dos trabalhos dos religiosos.
Havendo algum religioso na paróquia, pedir que dê um rápido testemunho, durante a missa, sobre a sua vocação, especialmente para mostrar para a Comunidade que o chamado para a Vida Consagrada não acontece de maneira mágica, artificial, mas na vida concreta das pessoas.
Preparar, para o final da celebração, uma homenagem a Nossa Senhora, enfatizando especialmente a dimensão de serviço, que aparece no Evangelho de hoje. Mostrar que a glória de Maria só foi possível porque antes e, sobretudo, ela foi serva. Sua coroa é precedida pelo avental, que ela sempre usou sem nunca rejeitar. O serviço glorificou Maria; sua dedicação a Isabel, aos seus contemporâneos e à comunidade primitiva garantiu-lhe a glória de se juntar eternamente ao seu Filho, o servidor por excelência da humanidade.

QUARTO DOMINGO – VOCAÇÃO LAICAL


28 de Agosto – XXII Domingo Comum

INTENÇÃO ESPECIAL
Pelas vocações leigas.
LEITURAS DA MISSA
Jr 20,7-9 / Sl 62(63) / Rm 12,1-2 / Mt 16,21-27

SITUANDO A LITURGIA
A liturgia deste domingo nos convida ao seguimento de Jesus. Ótimo convite para ser refletido quando se medita a vocação dos leigos e leigas. De fato, o seguimento de Jesus não é algo para ser vivido numa vida excêntrica, fora do comum, ou por um grupo seleto ou escolhido. O seguimento de Jesus é para todas as pessoas, em todos os ambientes, em todas as circunstâncias.
No Evangelho, aparece claramente o convite ao seguimento, com toda objetividade possível, sem disfarçar as exigências que lhe são intrínsecas. Seguir Jesus é assumir a cruz de uma opção firme e convicta, a cruz da responsabilidade, das necessárias rupturas com o mundo injusto e pecador, das rupturas com estruturas mentais opressoras, etc.
A primeira leitura, por sua vez, motiva o discípulo a renovar diariamente seu SIM. A vocação é uma resposta à antecipação de Deus na vida da pessoa. É Deus quem dá o primeiro passo, é ele que ama primeiro, que vem ao encontro do ser humano e o provoca. Tal como foi com Jeremias, assim também acontece com cada um de nós: é Deus quem nos seduz.
A segunda leitura expressa bem como deve ser a resposta do ser humano: ofertar a própria vida como sacrifício vivo e agradável a Deus, fazendo de si doação de amor que transforma o mundo. O Apóstolo Paulo convida o cristão a fazer-se hóstia viva, transformando-se diariamente à luz do Evangelho em vista da transformação de todo o mundo.
Neste contexto, celebramos com muita propriedade a vocação dos leigos e leigas. Homens e mulheres no mundo, os leigos e leigas são, em virtude do Evangelho, esta força transformadora da realidade; são instrumentos de Deus para que o mundo se transforme em Reino.

SÍMBOLOS E DINÂMICA
Uma procissão com os agentes de pastorais leigos seria muito conveniente. Cada um poderia carregar um cartaz com sua pastoral ou um símbolo de seu serviço eclesial para ser depositado na rede.
No momento do canto do Glória, várias velas, representando as pastorais e movimentos da Comunidade, podem ser acesas pelos agentes leigos.
Apresentar, num painel, fotos e dizeres do engajamento dos leigos no mundo civil: profissões, eventos, atuações, movimentos, etc, mostrando que a missão dos leigos ultrapassa as paredes da Igreja.
Fazer o envio, com uma bênção especial, dos leigos, renovando seu compromisso na Igreja.
Na hora da profissão de fé, acender velas e proclamar o Credo com bastante entusiasmo e como que renovando seu SIM a Deus e ao trabalho comunitário. Pode ser também em forma de diálogo, como na celebração do Batismo e na Vigília Pascal.
Valorizar o ministério da acolhida, em vista de despertar nas pessoas o gosto pela Comunidade, mostrando-lhes como são importantes para a Igreja.

FONTE: http://www.pbcm.com.br/ver_fique_por_dentro.php?id=28

segunda-feira, 23 de maio de 2011

JOAO PAULO II

João Paulo II é beato
 
Mais de um milhão de pessoas participaram neste 1º de maio da beatificação de João Paulo II, uma das maiores da história da Igreja. O evento histórico não tem precedentes, já que nos últimos mil anos nenhum papa proclamou seu antecessor como beato.

A celebração ganhou destaque especial também por ser o Domingo da Divina Misericórdia, festa criada por João Paulo II, particularmente devoto e ligado à santa polonesa Faustina Kowalska, religiosa falecida em 1938 e canonizada pelo próprio João Paulo II em 30 de abril de 2000.

A data escolhida para a beatificação é a celebração litúrgica mais próxima da morte de João Paulo II, que faleceu na véspera da festa da Divina Misericórdia em 2005, celebrada anualmente no primeiro domingo depois da Páscoa.

Ao entrar na Praça de São Pedro, iluminada por um morno sol de primavera, o papa foi acolhido pela multidão que o saudou com carinho em sua passagem com o papa-móvel. A cerimônia começou com o pedido formal de beatificação pelo Cardeal Agostino Vallini, vigário-geral do papa para a Diocese de Roma, que leu também a biografia de João Paulo II. Ao seu lado, estava o postulador da causa, Mons. Sławomir Oder.

Em seguida, Bento XVI recitou a fórmula de beatificação em latim, fazendo o anúncio da data da festa litúrgica em 22 de outubro, (dia da primeira missa de seu pontificado) e foi descerrada uma grande foto que retrata Karol Wojtyla em 1995. A partir daquele momento, a Igreja católica ganhou um novo beato: o bem-aventurado João Paulo II.

Um interminável aplauso, comoção, lágrimas nos olhos de fiéis de todas as idades, cantos e abraços inundaram a Praça, que explodiu de alegria.

Irmã Tobiana, uma das mais próximas colaboradoras de João Paulo II, e Irmã Marie Simon Pierre, a religiosa francesa que recebeu a graça por sua intercessão e foi curada do mal de Parkinson, levaram as relíquias ao altar: uma pequena ampola contendo o sangue do beato João Paulo II. O caixão com os restos mortais de João Paulo II ficará exposto hoje para veneração, até o último devoto, na Basílica de São Pedro.
Fonte: Rádio Vaticano

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BEATIFICAÇÃO DE JOÃO PAULO II

     Vamos ver a Vida do Beato João Paulo II nesta linha do tempo.



 O Papa João Paulo II foi beatificado no dia 1º de Maio, o papa Bento 16 reconheceu o milagre pela intercessão de João Paulo II. A freira francesa Marie Simon-Pierre, 47 anos, foi curada de mal de Parkinson, dois meses depois da morte de João Paulo II, quando ela e uma colega rezaram pela intercessão dele.  Médicos apontados pela Igreja concordaram que não há explicação médica para a cura da freira e  o milagre foi aceito. A beatificação é o primeiro grande passo para a canonização na Igreja Católica.


ORAÇÃO PEDINDO GRAÇAS POR INTERCESSÃO DO BEM-AVENTURADO 
JOÃO PAULO II

Ó Trindade Santa, nós vos agradecemos por ter dado à Igreja o Papa João Paulo II e por ter feito resplandecer nele a ternura da vossa Paternidade, a glória da cruz de Cristo e o esplendor do Espírito de amor. Confiado totalmente na vossa infinita misericórdia e na materna intercessão de Maria, ele foi para nós uma imagem viva de Jesus Bom Pastor, indicando-nos a santidade como a mais alta medida da vida cristã, caminho para alcançar a comunhão eterna convosco.Segundo a vossa vontade, concedei-nos, por sua intercessão, a graça que imploramos, na esperança de que ele seja logo inscrito no número dos vossos santos. Amém.

    Rezem o terço.....

Fonte: http://ministeriocaminhandocomacatequese.blogspot.com/